- (Imagem; Pintura: G.A. Spangenberg – 1866 - Lutero tocando alaúde com seus filhos sob o olhar de Melanchthon e da esposa Catarina)
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Lutero e a Música
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Sempre existirá saída...
Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego. Mesmo assim aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória. De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros.
Escrever cartas, como os seus colegas. Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema. Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz..
Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto. Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno. Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.
Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto para cegos onde estava morando agora se interessavam. À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto. O sistema permitia também ler e escrever música. A idéia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: "Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou." Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu. Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.
Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam. Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.
Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir. No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.
"Quem você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo". (Ralph Waldo Emerson)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
David Brainerd

David Brainerd nasceu a 20 de abril de 1718, no estado de Connecticut, nos Estados Unidos da América. Seu pai se chamava Ezequias Brainerd, um advogado, e sua mãe, Dorothy Hobart, era filha do Pr. Jeremias Hobart. David foi o terceiro filho, de um total de cinco filhos e quatro filhas. Foi um menino de saúde muito frágil, que acabou sendo privado de uma vida social mais dinâmica com outros garotos de sua idade. Sempre teve uma natureza sóbria, e um espírito reservado. Em sua infância, embora preocupado com o destino de sua alma, não sabia o que era conversão. Seu pai morreu quando ele estava com apenas nove anos, e aos catorze anos ele perdeu também sua mãe. Tornou-se ainda mais tristonho e melancólico, e os valores religiosos que recebeu na infância começaram a declinar em sua juventude.
Entretanto, como fruto da obra preveniente da graça divina, Brainerd afastou-se de algumas companhias indesejáveis, e começou a dedicar tempo à oração individual. Começou a ler mais a Bíblia e formou com outros jovens um grupo para encontros dominicais. Começou a dedicar bastante atenção às pregações, e procurava aplicá-las à sua vida. Ainda assim, ele não conhecia a Cristo pessoalmente. Tornou-se ainda mais zeloso no terreno da religiosidade, e sentiu a convicção e o peso do pecado, adquirindo o mais agudo senso do perigo e da ira de Deus. Contudo, suas esperanças ainda não estavam depositadas na justiça de Cristo, mas em si mesmo. Finalmente, o Espírito de Deus o conduziu à fé em Cristo, e ele passou a experimentar o descanso de uma vida justificada, e a ação do poder de Deus em uma Novidade de Vida. Tinha vinte e um anos.
Dois meses depois de sua conversão, Brainerd ingressou na Universidade de Yale. Mesmo num contexto de algumas pressões, ele dedicou bom tempo à comunhão a sós com Deus. As enfermidades, muitas vezes, atrapalhavam seus estudos. Num momento particularmente difícil, ele contraiu tuberculose e expelia sangue pela boca. Ainda assim, ele trabalhou intensamente e obteve distinção como estudante. Porém, quando estava em seu terceiro ano de universidade, teve de deixar a escola devido a uma circunstância bastante delicada. Isso significou um grande desapontamento para ele, pois, mais tarde, no dia em que os outros colavam grau, Brainerd escreveu em seu diário: “Neste dia eu deveria receber meu diploma, mas Deus achou conveniente negar-me isso”.
Foi justamente nesse período que se acentuaram suas preocupações com as almas perdidas. Ele começou a pensar profundamente sobre as pessoas que nunca tinham ouvido falar de Cristo. Chamou-lhe particular atenção a triste condição dos índios norte-americanos. Não havia muitos missionários trabalhando entre eles. Brainerd começou a colocar em prática o seu amor pelos índios, obtendo maiores informações sobre sua realidade e orando freqüentemente por eles. O desejo de levar o Evangelho aos índios foi crescendo em seu coração.
A ocasião surgiu em que Brainerd pôde apresentar-se como missionário aos índios. Sua saúde precária era um fator de preocupação, tendo em vista as condições inóspitas e difíceis que enfrentaria. Seus amigos lhe diziam: “Se Deus quer que você vá, Ele lhe dará forças”. Quando tinha vinte e quatro anos, ele escreveu em seu diário: “Quero esgotar minha vida neste serviço, para a glória de Deus”. No ano seguinte, começou a dedicar sua vida pregando aos índios nas florestas solitárias e frias. Vendeu seus livros e roupas que não usaria, e começou a vida bastante isolada e marcada por uma trajetória de auto-sacrifício e sofrimento. Mas Deus o abençoou ricamente. Como um “grão de trigo que morre ao cair na terra”, Brainerd não ficou só; a morte deste “grão de trigo” produziu muito fruto - tendo tido o privilégio de visitar alguns lugares relacionados à vida de Brainerd, inclusive o local em que ele primeiramente pregou aos índios, fiquei pessoalmente impressionado com o seu caráter e renúncia, fruto da poderosa graça de Deus em sua vida. Freqüentemente, Brainerd ficou exposto ao frio e à fome. Não podia ter o conforto da vida normal. Viajava a pé ou cavalgando por longas distâncias, dia e noite. As viagens eram sempre perigosas. Para atingir algumas tribos distantes, devia passar por montanhas íngremes na escuridão da noite. Atravessou pântanos perigosos, rios de forte correnteza, ou florestas infestadas de animais selvagens. Tinha de viajar quinze a vinte e cinco quilômetros para comprar pão, e, às vezes, antes de comê-lo, o pão estava azedo ou mofado. Dormia sobre um monte de palha que estendia sobre tábuas erguidas um pouco acima do chão. Em muitos momentos estava só, e ficava feliz quando podia contar com seu intérprete para conversar. Não tinha companheiros cristãos com quem pudesse dividir o fardo em momentos de comunhão e oração. “Não tenho nenhum conforto, a não ser o que me vem de Deus”, escreveu ele.
Seu ministério tornou-se bem amplo, alcançando índios nos estados norte-americanos de Nova Iorque, Nova Jersey, e ao leste da Pensilvânia. Havendo encontrado os índios em meio a muitas superstições, e recebendo muitas vezes os efeitos da fúria de seus sacerdotes, Brainerd pôde declarar o poder de Deus acima de todos os deuses. Apesar de todas as dificuldades, era movido por um intenso desejo de contemplar a salvação dos índios. Com isto em vista, aliou, por muitas vezes, o jejum à oração. “Não importa onde ou como vivi, ou por que dificuldades passei, contanto que tenha, desta maneira, conquistado almas para Cristo”, escreveu ele. Boa parte de seu trabalho era feito em lutas físicas, especialmente tendo em vista sua saúde sempre precária, e , como escreveu Edwards, “sua própria constituição e temperamento natural, muito inclinado para a melancolia” – e sobre isto, acrescenta Edwards, “ele excedeu a todas as pessoas melancólicas que conheci”.
O fato é que Deus honrou sobremaneira o ministério de Brainerd. O Espírito de Deus desceu poderosamente sobre os índios, num grande avivamento que afetou tribos inteiras. Por volta de 1745, mesmo os índios que viviam de forma impiedosa, opondo-se à pregação do Evangelho, se convenceram do pecado. Vários se converteram. Muitos brancos, que apareciam por curiosidade para ouvir o que Brainerd dizia aos índios, também foram convertidos. Índios de toda floresta ouviram falar de Brainerd e vinham em grande número ouvi-lo. Era muito comum ouvir os altos brados dos índios pela misericórdia de Deus, toda vez que Brainerd pregava. Seu ministério influenciou também as crianças índias. Ele criou escolas em que elas eram ensinadas a lavrar a terra e a semear, além de receberem os ensinos do Evangelho de Cristo.
Ao escolher o trabalho nas florestas úmidas, Brainerd sabia que não poderia esperar viver muito. Ele assistiu seu corpo definhar, pouco a pouco. Aos vinte e nove anos, foi colocado em seu leito de morte, sofrendo terrível agonia e dor física. Testemunhou de Cristo em seus momentos finais, e anelava por encontrar-se com o Senhor. Ele faleceu em 09 de outubro de 1747, tendo sido sepultado em Northampton, Massachusetts. Jonathan Edwards conduziu o funeral. Foi uma vida curta, mas que glorificou a Deus grandemente.
Edwards, que o conheceu muito bem, podia dizer de Brainerd:
(...) dotado de um gênio penetrante, de pensamento claro, de raciocínio lógico e de julgamento muito exato, como era patente para todos que o conheciam. Possuidor de grande discernimento da natureza humana, perscrutador e judicioso em geral, ele também sobressaía em juízo e conhecimento teológico, e, sobretudo, na religião experimental.
Num artigo em 2001, eu escrevi:
David Brainerd é um exemplo de alguém que resolveu colocar sua vida no altar (...) As privações, o trabalho incansável, as intempéries consumiram o seu vigor. Uma prolongada enfermidade ceifou sua vida. Devido à sua fragilidade física e aos rigores do campo missionário, ele contraiu tuberculose. Brainerd calculou o preço do seguir a Cristo e deliberadamente fez uma escolha que significava separar-se do mundo civilizado, com suas vantagens, e associar-se à dureza, ao trabalho e, possivelmente, a uma morte prematura e solitária. Entretanto, homens como William Carey, Henry Martyn, Robert Mürray McCheyne, John Wesley, Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, Oswald Smith, Jim Elliot, citando apenas alguns, testemunharam a grande influência da biografia de Brainerd em suas vidas. Um biógrafo de Brainerd diz que ele “foi como uma vela que, na medida em que se consumia, transmitia luz àqueles que estavam em trevas”.
Algo muito importante que Brainerd fez foi escrever um diário, no qual registrou as experiências que lhe surgiram. Neste diário, editado por Jonathan Edwards, Brainerd faz uma breve explanação de sua infância e juventude, e começa a narrar-nos os fatos, escrevendo periodicamente a partir de 18 de outubro de 1840. Ainda que Brainerd tenha lutado quase que “invencivelmente” contra a publicação de qualquer porção de seu diário, este, publicado depois de sua morte, tem sido um instrumento de Deus para influenciar a vida de muitas pessoas. O Diário de David Brainerd foi publicado em português pela Editora FIEL, em 1993.
Fonte: http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=205
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
ARREBATAMENTO AO INFERNO
domingo, 8 de janeiro de 2012
Meu alvo é Cristo!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
E se o mundo estivesse sob um só governo? - Superinteressante
Uma União Europeia em escala mundial ou um império global? Nenhuma delas - se o mundo estivesse sob um mesmo governo, o mais provável é que ele se limitaria a um sistema único de defesa. Nada de derrubar totalmente as fronteiras: as diferenças culturais impediriam a criação de uma lei única. Ainda assim, um mundo sob o poder de um único Estado não apenas é possível como há teóricos que o consideram inevitável. Por quê? Porque hoje as pessoas já não fazem parte apenas de seu país mas também de uma "sociedade mundial" - um malaio pode trabalhar para uma empresa alemã, lutar pela preservação da Amazônia, casar-se com uma egípcia e ser fã de filmes indianos. E questões importantes como o aquecimento global aumentam o interesse na cooperação entre países. Isso deveria diminuir o interesse em fazer guerras. Ainda assim, nada impede as ameaças de governos malucos como a Coreia do Norte nem o crescimento de grupos terroristas. Para combater isso, as nações estão caminhado em direção a uma "defesa coletiva". Por exemplo, a Otan continua unida e crescente, mesmo depois da Guerra Fria. Mas tem um problema: alianças dos mais fortes alimentam o ressentimento dos mais fracos, e o 11 de Setembro deu uma amostra do que os mais fracos são capazes. Numa escala maior, é o fim da civilização. A solução final, proposta pelo sociólogo alemão Alexander Wendt, seria cada país abrir mão de sua soberania e atribuir sua defesa a um "Estado mundial". Nele, quem mandaria não seria o mais forte, mas, sim, um Parlamento com número de deputados proporcional à população de cada país. E daria certo? É o que vamos ver aqui.
Podres poderes
Um governo mundial pareceria mais justo e democrático. Mas só pareceria. A economia entraria em colapso. E estaríamos à mercê dos militares
CHORA, CHINA
As coalizões internacionais para fazer frente a China e Índia no Parlamento global:
UNIÃO SUDESTE - ASIÁTICA
PRINCIPAIS PAÍSES:
Indonésia, Filipinas, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã.
EUROPA
PRINCIPAIS PAÍSES:
Alemanha, Reino Unido, França e Itália.
AMÉRICA LATINA
PRINCIPAIS PAÍSES:
Todos das Américas do Sul e Central, mais o México.
ARÁBIA
PRINCIPAIS PAÍSES
Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes e Egito.
ÁFRICA OCIDENTAL
PRINCIPAIS PAÍSES:
Nigéria, Gana, Libéria, Mali, Níger, Senegal e Togo.
Câmara mundial de deputados
Num regime 100% democrático, o número de congressistas seria proporcional ao de habitantes. E os países menores teriam que se unir para ter algum poder. Em uma câmara de 1 000 deputados, estes seriam os maiores representantes:

LEIS LOCAIS
A Constituição Mundial seria mínima para que diferenças culturais não fossem tratoradas. O aborto continuaria legal na China e na Índia, mas cristãos e muçulmanos não seriam obrigados a aceitá-lo. Afinal, se o Parlamento mundial decidisse por um lado ou por outro em casos assim, correríamos o risco de surgirem movimentos separatistas.
PARLAMENTO GLOBAL
O número de deputados de cada país seria proporcional ao de habitantes. Para garantir alguma representatividade, nações com interesses parecidos se uniriam. Entre os partidos, o comunista seria o maior, com 29% das cadeiras. Já a aliança de partidos democráticos dos maiores países alcançaria 42%. Resultado: para conseguirem aprovar seus projetos, tanto os democratas quanto os comunistas precisariam do apoio do centrão (21%), representados por deputados de países pequenos, como ilhas do Caribe. Com a disparidade econômica entre as regiões, a compra de votos rolaria solta.
MOEDA ÚNICA
Uma moeda global reduziria os custos de transações entre países e incentivaria o comércio. Lindo. Mas ela é quase impossível. Sem poder para imprimir suas próprias notas, países menores não teriam como combater recessões injetando dinheiro no mercado. Os pequenos tenderiam a quebrar, como aconteceu com a Grécia no mundo do euro.
EXÉRCITO DE UM COMANDO SÓ
Forças do bem
Os militares sob uma só autoridade, representada por todos os países, iria muito além das alianças de hoje, como a Otan: embora prometam não agredir uns aos outros, os aliados continuam podendo agir por vontade própria - como os EUA atacando o Iraque. Num governo mundial, qualquer guerra precisaria ser aprovada pelo Parlamento mundial.
Golpe militar
Mas tem um outro lado: é impossível garantir que as Forças Mundiais não deem um golpe e dissolvam o Parlamento. A maior parte dos teóricos acha que isso seria inevitável. É que não haveria aliado interplanetário para derrubar a ditadura ou contrabandear armas para guerras de libertação. Acabaríamos numa Coreia do Norte versão ilimitada.
Fonte: SUPERINTERESSANTE. julho, 2010. Acessado em http://super.abril.com.br/cultura/se-mundo-estivesse-so-governo-581964.shtml.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Desejos De Natal...

Desejos De Natal...
Desejo que neste Natal, antes de você perceber Jesus nas
luzinhas que piscam pela cidade, você O encontre
primeiramente em seu coração
E, à frente de qualquer palavra que expresse seu desejo de um
feliz Natal, O encontre em suas ações.
Que você O encontre não só na alegria que sente ao sair das
lojas com presentes para as pessoas que você ama, mas também
na feição triste da criança abandonada nas ruas, na qual
muitas vezes você esbarra apressadamente.
Que você encontre Jesus no momento em que pegar nas mãozinhas
delicadas de seu filho, lembrando-se das mãozinhas pedintes,
quase sempre sujas de calçada, que só sabem o que significa
rudeza.
Que você O encontre no abraço de um amigo, lembrando-se dos
tantos que só têm a solidão como companheira.
Que você O encontre na feição do idoso da sua família,
lembrando-se daqueles que tanto deram de si a alguém, e hoje
são esquecidos até pela sociedade.
Que você O encontre na lembrança suave e sempre viva daquela
pessoa querida que já não está mais fisicamente ao seu lado,
lembrando-se daqueles que já nem se recordam mais quem
foram, enfraquecidos pelo vazio de suas vidas.
Que você encontre Jesus na bênção de sua mesa farta e no
aconchego de sua família, lembrando-se daqueles que mal
alimentam-se do pão e sequer um lar têm.
Que você O encontre não apenas no presente que troca, mas
principalmente na vida que Ele lhe deu como presente.
Que você lembre-se, então, de agradecer por ser uma pessoa
privilegiada em meio a um mundo tão contraditório!
Que você também encontre Jesus à meia-noite do dia 31 e sinta
o mistério grandioso da vida que renasce junto com cada ano.
Então festeje...festeje o ano que acabou não apenas como dias
que se passaram, e sim como mais um trecho percorrido na
estrada da sua vida!
Festeje a alegria que lhe extasiou e a dor que lhe fez
crescer!
Festeje pelo bem que foi capaz de fazer e pelo mal que foi
capaz de superar!
Festeje o prazer de cada conquista e o aprendizado de cada
derrota!
Festeje por estar aqui!
Festeje a esperança no ano que se inicia, no amanhã!
Festeje a vida!
Abra os braços do coração para receber os sonhos e
expectativas do ano novo.
Rodopie...jogue fora o medo, sinta a vida!...
Sonhe, busque, espere... ame e reame!
Deixe sua alma voar alto... pegar carona com os fogos
coloridos.
Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também
chegarão ao céu.
Irão se misturar às estrelas, irão penetrar no Universo e
voltarão cheios de energia para tornarem-se reais.
Basta você querer de verdade, ter fé e nunca, NUNCA desistir
deles! E que seu ano seja, então, pleno de bênçãos e
realizações.
